18. Relatórios

Maria Pinto Guerra e Paz

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Relatório 1

A minha casa estará localizada na floresta.

A primeira ideia da casa consistia numa casa cúbica, com paredes com dobradiças mais ou menos a metade da altura, para que estas se pudessem dobrar. As vigas dos cantos teriam de ser reforçadas com algum metal mas teriam de ser ocas até metade da altura da casa, para o tecto poder descer (encaixando nas vigas). O tecto teria um pequeno buraco no meio para colocar as cordas que estariam presas às paredes para que estas, à medida que o tecto fosse descendo, se dobrassem sobre si mesmas (como uma caixa de cartão. Esta primeira ideia foi descartada por ser muito trabalhosa e não ser móvel o suficiente.

A segunda ideia da casa era uma casa em forma de um prisma triangular, ligeiramente mais alto do que uma pessoa de altura média. As paredes deveriam ser de um material maleável, para cada uma poder ser dobrada ao meio (verticalmente). Metade da altura da casa teria de ser mais larga do que a metade de cima, para estas encaixarem. Depois, debaixo das "ventoinhas" sairiam três pequena rodas para ajudar a deslocação.

Relatório 2

2º Relatório

Relatório 3

O meu projeto é uma casa cúbica (com 8 metros cúbicos), que e feita de módulos de espécies de tábuas, que se dobram sobre si próprias. Para ajudar a dobrar, as paredes soltam-se umas das outras. O telhado é uma espécie de meia oval feita de aros coberta com um toldo. 

Relatório 4

4º relatório

Relatório 5

5º Relatório

Relatório 6

Acabei de pintar as vistas da casa (com as cores já previamente decididas: verde no "telhado" e castanho no resto da casa.) e no desenho das vistas pus também a maneira de desmontar as paredes, de dobrá-las e como o telhado se fecha. Esqueci-me de acrescentar que as janelas são do mesmo material do que a casa por fora, mas por dentro têm vidro. Estas, quando as paredes se dobram, arrastam-se por uns encaixes tornando-se transportáveis.

Comecei a pensar nos materiais para a maquete. Pensei em fazer o fole o telhado com plástico, mas pintar o plástico daria imenso trabalho. Por isso, pensei que talvez pudesse utilizar um tecido no topo. Para fazer as varas do telhado estava a pensar utilizar ou clipes desdobrados,ou papel de alumínio enrolado. Para as vigas nas paredes, pensei utilizar palhinhas. Para a casa em si, talvez uma caixa de cartão. Para as janelas interiores, plástico (duas ou mais camadas de plástico para ser forte o suficiente para as janelas não estarem sempre a dobrar). Ainda não tenho a certeza de que é que vou fazer o chão da maquete, mas talvez de cartão. Para as escadas estou a pensar utilizar tampas de garrafas divididas a meio, ligadas por cartão das caixas de cereais dobradas. 


Trabalho crítico — número 5 - Diana Ribeiro

O trabalho crítico que eu escolhi foi o da Diana Ribeiro, nº5, porque achei o seu conceito interessante.

Achei uma boa ideia a dos três cubos que deslizam e formam um único cubo, fácil de transportar, pois tornam este trabalho desmontável (algo requerido pelo professor).

Este conceito também permite que a inserção dos dois cubos menores no maior seja feita de forma fácil e rápida.

Achei bem pensado diminuir algumas dimensões dos cubos para estes encaixarem melhor uns nos outros.

Gostei da ideia das janelas de claraboia, pois estas iluminam a casa quase toda.

Encontrei alguns problemas no trabalho da minha colega, um deles é a mobilidade do cubo de três metros por três metros. Como é que se transporta o cubo maior?

Também não percebi muito bem nos relatórios se a casa teria dois andares, pois nos relatórios não ficou bem explícito.

Achei que, se a casa for colocada na selva, as paredes deveriam ser bastante sólidas para o caso de um animal se aproximar da casa.

Achei muito bom o facto de a aluna já ter começado a trabalhar nos materiais da maquete já tão cedo.

© José-António Moreira